Não quero nada pela
metade
Não quero amor pela
metade
Não quero carinho
pela metade
Não quero beijo pela
metade
Não quero sexo pela
metade
Se for pra ser a
metade
Eu me basto por
inteira
E me desnudo na teia
do meu próprio desejo
No clímax do meu orgasmo
No meu cheiro
No meu tato
No meu ego
Serei meu próprio
amante
Não quero nada pela
metade
Marido pela metade
Namorado pela metade
Vinho pela metade
Sorvete pela metade
Eu sou inteira
Não fracionada
Eu sou intensa
Não camuflada
Eu sou minha própria fera adormecida
Nos expurgos da minha
alma
Que anseia por seu
única
Por ser tua
Por ser mulher

Presa entre filosofias que digo minhas, mas são de outros, eclausuarada nas longas teias, verdades meias de uma vida em vão! ( trecho da Poesia "liberdade" do livro Ananmnésia de Nanci Brito. Amei a sua. Já estou até ficando repetitiva, né? Linda!
ResponderExcluir*enclausurada"
ResponderExcluir*enclausurada"
ResponderExcluirNanci pra mim a poesia tem que ter força e intensidade.É o que me proponho a fazer quando escrevo uma.Arrancar forças internas e expandir pro Universo.Obrigada linda.Dia 20 de maio estarei com noite de autógrafos do meu livro no Diário da Poesia e a Olizete será homenageada.Vai lá.Restaurante Sintonia Fina na rua próximo ao Clube Mauá.
ResponderExcluirEste comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirNanci com certeza o nosso talento
ResponderExcluir